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Pt: A EGRÉGORA MAÇÔNICA

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A EGRÉGORA MAÇÔNICA

Fonte: http://macomdeguariba.blogspot.com/2014/07/a-egregora-maconica-utilizacao-do-termo.html

A utilização do termo Egrégora pode gerar aos pesquisadores diferentes compreensões, mas afinal o que significa Egrégora?

Algumas definições são bastante enfáticas: “palavra que se tornou popular entre os espiritualistas, significa aura de um local onde há reuniões de grupo, e também a aura de um grupo de trabalho”. Uma definição um pouco mais clássica: “Egrégora provém do grego egregoroi e designa a força gerada pelo somatório de energias físicas, emocionais e mentais de duas ou mais pessoas. Ao se reunirem, os seres formam, pela união de sua vontade, um ser coletivo novo chamado Egrégora . Assim , quanto mais poderoso for o indivíduo , mais força estará emprestando à Egrégora para que ela incorpore às dos demais ” .

Para o famoso cientista da psicanálise Carl Jung, podemos ter percepções intuitivas por meio da exploração do inconsciente coletivo. Para o célebre psicanalista o inconsciente pessoal descansa sobre um outro mais profundo extrato , que não se origina nem da experiência, nem de uma aquisição pessoal, mas í inato no ser humano: o chamado consciente coletivo. A Egrégora pode ser definida como uma energia resultante da união ou soma de várias energias individuais. Ela é formada pelo afluxo dos desejos e aspirações individuais dos membros daquele grupo.

No Apocalipse, João faz os Anjos responsáveis pelas nações intervirem, porque somos responsáveis pelos erros coletivos cometidos. Ninguém pode lavar as mãos, como fez Pilatos: guerras, fomes, massacres diminuem nossa liberdade, porque participamos da egrégora da terra; da mesma forma que os genes de nossa hereditariedade marcam a história de nosso corpo. Segundo a Bíblia, cidades inteiras foram punidas por causa de sua egrégora envenenada.

Da mesma forma, cada grupamento filosófico – templo/Loja – tem a sua egrégora qua nada mais é que sua alma coletiva, resultante do somatório das energias anímicas de cada um dos membros que se põem em harmonia no êxtase do amor fraterno. Esse somatório anímico é u ma poderosa central de energia magnética capaz de interferir e gerar uma série de fenômenos. Nessa egrégora os símbolos têm conteúdos transpessoais, isto é, seus significados são comuns à toda a comunidade.

Toda vivenciação transpessoal provinda da egrégora é pertubadora, pois solta em nós um a voz muito mais poderosa que a nossa. Ela fala por meio de símbolos primordiais como se tivesse mil vozes; comove, subjuga elevando o sentimento de fraqueza humana à esfera do contínuo devir, eleva o destino pessoal ao destino da humanidade, e com isso solta em nós todas aquelas forças benéficas que desde sempre possibilitaram à humanidade salvar-se de todos os perigos e também sobrevir à mais longa noite. Estes símbolos comuns a todo homem nunca puderam ser plenamente elucidados, neles há sempre um excedente de significação primitiva e de vida, possibilitando novos impulsos de criatividade. O sonho, a meditação, a intuição em ultima análise destes símbolos, nos proporciona vivenciá-los, perceber as emoções ligadas a eles e liberta-los passo a passo em nossa existência. Por esta razão é muito importante – bom e suave – que os iniciados vivam em união e concórdia – em irmandade – pois a convivência fraternal gera e matem a egrégora forte e saudável, capaz de rejeitar energias negativas e gerar um inefável saber. No caso das influências de energias negativas por disputas egoístas, por interesses próprios, pela discórdia e outros males, frutos da ignorância humana, a alma coletiva poderia adoecer e vir a se extinguir, o que poderia levar uma comunidade se extinguir.

Muitos de nós podem pressentir a “aura coletiva ” como uma energia armazenada que paira sobre os Irmãos reunidos em uma Loja. É como um a onda que flutua no ar e, sentir sua intensidade e sua harmonia é muito simples. Quando visitamos outra Loja, não é difícil para muitos mestres descrever com boa precisão como é o trabalho daquela determinada comunidade, como é o relacionamento entre aqueles Irmãos, ou se alguma coisa negativa está interferindo naquela Fraternidade, simplesmente através da percepção da egrégora. Por exemplo, por melhor que seja o conteúdo de um trabalho apresentado para estudo, quando a alma de uma comunidade fraterna está em desarmonia e enfraquecida, a exposição se torna fria e superficial e os ouvintes, quase sem atenção, pouco ou nada fruem do seu significado. É o que se chama de “ambiente frio”. Mas quando está presente a egrégora fortalecida e em plena luz, nota-se um ambiente de harmonia, de carinho e franca amizade. Então se um trabalho é apresentado, todos vão além no entendimento que ali foi exposto: Sentimos que quando o ambiente está equilibrado, ou o que significa dizer, que a egrégora está forte e pura, surgem como que canais de entendimentos superiores que se ligam às nossas mentes e nos inspiram sorver maravilhosos conhecimentos de uma fonte incomensurável de sabedoria. È como se as antenas de nossas mentes sintonizassem as ondas de uma nova estação de rádio cósmica. Algo maravilhoso se faz naquele momento e como que nos enchemos de um novo saber somente aprendido sob essas condições.

Assim, a egrégora é a alma coletiva evocando um poder invisível, porém eficaz e plenamente sentido pelos integrantes de um corpo de estudo. È um princípio de vida e um misterioso centro energético que se manifesta através da intuição e está à disposição dos verdadeiros iniciados. Captar a egrégora é captar o verdadeiro poder da fraternidade humana e por isso o desejo das sublimes instituições ecléticas e universalistas em ver todos os homens vivendo como irmãos confluenciando para uma só e divina egrégora terrena. Se analisarmos sob vários aspectos, veremos que uma corporação iniciática é uma das congregações humanas mais bem preparadaspara atingir a geração da egrégora, na busca incessante da sabedoria.

Se a egrégora é a somatória de energias, não há limites para que nível de freqüência seja a sua fonte criadora, assim podem existir em potencialidades egrégoras com freqüências elevadas e egrégoras com freqüência vibratórias menos elevadas ou se preferirem “negativas”. A existência de diferentes freqüências reforça a antiga lei da dualidade entre o positivo e o negativo, ou ainda entre o claro e o escuro e o bem e o mal. Em ultima análise o bem eo mal competem para o equilíbrio das forças. Aliás, o equilíbrio é o objetivo e não o caminho entre os extremos. Talvez a pergunta mais enfática seja: qual é exatamente a fonte geradora desta energia potencial que anima e mantém uma egrégora ? Como fisicamente isto ocorre? Como as energias vibram em ressonância? A resposta talvez esteja na constância, na geração uniforme e linear da mesma e única energia. Como isto pode acontecer? Possa aí estar depositada a tradição do ritual e das cerimônias maçônicas nos diferentes ritos. Tal qual um gerador ou dínamo, a permanência do eixo girando sempre no mesmo sentido, velocidade e harmonia é garantia da geração da energia elétrica que é o seu resultado. O trabalho maçônico regular, constante, harmônico somado aos interesses superiores de seus praticantes é a fonte geradora de um nível vibratório elevado, alimentador constante de uma egrégora capaz de gerar paz, evolução espiritual e conhecimento aos que dela usufruem. È por isso que precisamos controlar nossos desejos a fim de que eles não pesem sobre nós, acorrentando-nos, imprimindo à nossa aura cores diferentes. A meditação e a prece do iniciado regeneram-no, permitindo-lhe emitir idéias sadias e tranqüilizantes. Na verdade somente o amor ao bem e à verdade, somente nossa ação e nosso coração nos conduzirão à família espiritual que nos corresponde, segundo a densidade de nosso espírito.

Todo o esforço da vida iniciatica tem por meta utilizar, da melhor maneira possível, nossa vida, nossos ímpetos, nosso amor, para equilibrá-los e fazer deles uma base sólida num esforço de continuidade e de ascensão. Se nós Maçons desejamos um dia uma humanidade fraterna, certamente devemos primeiro ser os combatentes fervorosos do bem sobre o mal, das virtudes sobre os vícios, da riqueza espiritual sobre a mediocridade material. Se isto não é possível em cada segundo de nossa vida, uma vez que estamos invariavelmente imersos num mundo globalizado e repleto de necessidades sociais, que o seja pelo menos em espírito, na vontade, aqui, em nosso Templo.

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